Intelligence, Empresas e Novos Mercados


Portugal é potencialmente um país exportador de boas e grandes empresas; o tamanho do nosso território nacional e a situação conjuntural económica do nosso país muitas vezes condiciona o crescimento exponencial das nossas empresas, e é por isso que muitas optam por tentar partir para novos mercados. Dependendo do tamanho e por conseguinte do poderio financeiro de cada empresa a escolha do mercado é muitas vezes baseada num estudo mais ou menos aprofundado do mercado alvo; na maior parte dos casos, quando falamos principalmente de empresas de médio porte, a escolha baseia-se muitas vezes em aspectos mais ou menos arbitrários que se prendem ou com contactos pessoais locais, ou muitas vezes com as intuições pessoais da direcção destas empresas que as colocam em marcha para o estrangeiro.


O problema destas aproximações ao estrangeiro são variadas, mas a esmagadora maioria delas é passível de tipificar em determinados padrões. Vamos por partes: as grandes empresas habitualmente têm contactos privilegiados nos locais onde se querem implementar; quando não têm, pelo menos se o fizerem de forma estruturada e sólida contratam um serviço a uma consultora que tipicamente se fica pela pesquisa secundária (desk research) para terem uma ideia das condições de possibilidade do país para onde vão. Habitualmente o que se observa neste tipo de estudos são, claro, os factores económicos do país, ou da região em causa, e, um estudo muito superficial da concorrência directa ou indirecta.


As pequenas e médias empresas habitualmente têm uma aproximação diferente relativamente a exportação dos seus próprios negócios para o estrangeiro: tipicamente não há contratação de nenhum serviço de consultoria na pesquisa de quaisquer dados, e o trânsito de um lado para o outro é feito com base não só na intuição do empresário, mas também com base nos seus contactos pessoais.


O que a Intelligence tanto num caso como noutro pode fazer é bastante diferente; nestes casos é importante à partida distinguir um trabalho de excelência de Intelligence, do que uma consultora de negócio tipicamente faz: a pesquisa de dados económicos muitas vezes acessíveis online, mas devidamente compilados num documento pode ser informação relevante, mas uma acção de Intelligence é bem mais do que isto: uma coisa são os dados oficiais, o que está disponível na internet e que uma consultora pode compilar num documento, outra coisa é o prévio conhecimento do terreno e a posse de uma experiência com as situações mais complexas nessa área geográfica e em que a posse de informações relevantes permitem verdadeiramente servir de suporte à direcção da empresa, ou ao empresário em particular.


Conhecer os canais, os fluxos de capital, os principais players, as suas esferas de influência, bem como as vulnerabilidades da concorrência local ou internacional através das mãos de profissionais das informações é um instrumento de suporte à decisão e de controlo do risco que é incontornável para quem, no fundo, quer minimizar más experiências e perdas avultadas de capital. Aqui o importante passa por reforçar: uma coisa é termos profissionais de gestão a fazerem o seu trabalho na modelação, por exemplo, do investimento a ter em conta para esta expansão da empresa, outra coisa é através de um serviço de Intelligence ter acesso directo aos centros de decisão locais tanto dos altos quadros empresariais, como muitas vezes dos altos quadros políticos.


Em resumo: cada vez mais, na complexidade das teias de relações que existem, numa saída para um país estrangeiro, seja ele mais ou menos remoto, seja este um país Ocidental, Asiático ou no Médio Oriente, seja ele em África ou na zona da Leste, o importante é que quer represente a vontade de uma grande empresa, quer seja um empresário com vontade de crescer e com sentido de oportunidade, é que não esgote esse ímpeto em decisões pouco suportadas, numa rede de contactos apenas superficial e sem conhecer bem todas as ameaças, e/ou as vulnerabilidades que a sua potencial concorrência, directa ou indirecta, constituem. Neste sector a IntellCorp presta pela primeira vez um serviço para empresas em Portugal: apoiamos, e suportamos a decisão que tem em conta o risco, e as ameaças estruturais de uma determinada zona geográfica ou país onde uma determinada empresa queira investir.


Seja numa zona remota, de acesso complexo, ou numa cidade que pela competitividade torna a necessidade de acesso à informação também fundamental, o trabalho da IntellCorp passa sempre por garantir que as nossas empresas alcançam novos mercados com mais certezas, com menos risco de perdas a todos os níveis, e claro com melhor probabilidade de sucesso. A Intelligence no terreno e em multicamadas é aqui a pedra-de-toque para uma expansão da sua empresa em segurança, e com os contactos certos.


Este novo mundo tornou-se cada vez mais perigoso quando a informação parece de tão fácil acesso e de pouco valor; importa aqui corrigir, como profissionais das informações todos nós vivemos, sem dúvida, na era da informação gratuita, mas uma coisa é o que consta à superfície, outra coisa é o que em profundidade um profissional na matéria pode alcançar nos locais mais remotos, ou nos locais mais competitivos do mundo e como esta é processada e trabalhada, utilizando experiência não usualmente disponível a empresas.


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